15 de nov. de 2006

BNDES anuncia lista dos 20 filmes selecionados para apoio em 2006

Notícia é meio velha, mas como acaba sendo pouco divulgada... vale reproduzir......

Quem me repassou foi o amigo Bruno (Zed Mongol) Dias, que agora pode dizer que "faz cinema"! Ele está na produção de
Território Livre... de Sèrgio Bianchi (Cronicamente Inviável e Quanto vale ou é Por Quilo?).

  • Aventuras do Surfe II - (RJ) - Direção: Roberto Moura – Produção: Massangana Produções Artísticas Ltda – Documentário.
    Apoio: R$ 400 mil para produção
    Trata-se da continuação do primeiro filme, que foi o documentário de maior sucesso em salas de cinemas do Brasil desde 1995. A continuação traz grandes nomes e novos valores do surfe nacional, em locais paradisíacos de grande importância para a cultura do surfe mundial e nacional: Taiti, Chile, Peru e o Sul do Brasil.
  • As Cartas - (RJ) - Direção: Cristiana Grumbach – Produção: CRISIS Produtivas Comunicação Ltda – Documentário.
    Apoio: R$ 400 mil para produção
    Por meio de entrevistas com pessoas que receberam cartas psicografadas por Chico Xavier, o filme “As Cartas” documenta o imaginário religioso-cultural brasileiro a partir de um ‘possível’ contato com o ‘mundo dos mortos’. Segundo filme de Grumbach, assistente do diretor Eduardo Coutinho.
  • A Casa de Alice - (SP) – Direção: Chico Teixeira – Produção: Cinematográfica Superfilmes Ltda – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para finalização
    Em um bairro popular da cidade de São Paulo, Alice, uma quarentona, trabalha como manicure. O filme mostra o cotidiano de uma família, com problemas e virtudes que são reveladas aos poucos.
  • Chiquinha Gonzaga - (SP) - Direção: Jorge Bodanzky - Produção: Jorge Bodanzky – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para produção
    O filme aborda vida e obra da importante compositora e maestrina do século XIX, Chiquinha Gonzaga. A proposta é um musical contando a trajetória dessa personagem que revolucionou os costumes e transformou radicalmente a música do seu tempo.
  • Condomínio Jaqueline - (SP) – Direção: Roberto Moreira - Produção: Coração da Selva Entretenimento Ltda – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para produção
    Condomínio Jaqueline é um prédio de quitinetes no Centro de São Paulo. Nele mora Soninha, uma garota de 24 anos que está prestes a largar sua vida de camelô, quando perde tudo num incêndio em seu apartamento.
  • Eu Prefiro a Maré - (RJ) - Direção: Lucia Murat - Produção: Taiga Filmes e Vídeo – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para finalização
    Musical brasileiro, livre adaptação de Romeu e Julieta. Baseia-se na história de Analídia e Jonatha, são dois jovens moradores da Maré, favela carioca dividida entre dois grupos, que disputam o tráfico de drogas. De um lado está Analídia, prima do chefe do tráfico e, de outro, Jonatha, irmão de criação do chefe.
  • Fuga em Ré Menor para Kraunus e Pletskaya - (RS) – Direção: Otto Guerra - Produção: Otto Desenhos Animados Ltda – Animação.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Kraunus e Plestkaya são dois músicos mambembes nascidos na peculiar Sbórnia. Enfrentam dias difíceis depois que sua ilha natal se desprende do continente e passa a vagar pelos mares do mundo. Baseado num espetáculo teatral de grande sucesso, em cartaz desde os anos 80 (“Tangos e Tragédias”)
  • O Magnata – (SP) - Direção: Johnny Araújo – Produção: Gullane Filmes Ltda – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para finalização
    Um aspirante a rock star sonha em fazer sucesso e ganhar muito dinheiro mas, na verdade, financia suas extravagâncias com a herança deixada pelo pai, uma perda que ele nunca superou. A ausência do pai afeta muito sua relação com a mãe, deprimida e alienada. Imaturo, leva a vida de maneira inconseqüente e deslumbrada. Primeira produção da MTV-Filmes no Brasil. O argumento foi escrito por Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr.
  • Meu nome não é Johnny - (RJ) - Direção: Mauro Lima - Produção: Atitude Produções e Empreendimentos Ltda. – Ficção.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Filme baseado na história real de João Guilherme Estrella, jovem da classe média carioca que se envolve com tráfico de drogas no asfalto da Zona Sul. De sua infância, no seio de uma família aparentemente bem estruturada, à idade adulta, quando se torna o barão da cocaína das altas rodas, o filme acompanha a ascensão e queda do personagem e sua luta para se reintegrar à sociedade.
  • A Montanha - (RJ) - Direção: de Vicente Ferraz - Produção: Três Mundos Produções Ltda – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para produção
    Um grupo de caçadores de minas da FEB, depois de um ataque de pânico no sopé de Monte Castelo, na Itália, em dezembro de 1944 deserta e vai para a “terra de ninguém”, onde encontra desertores de outros países da Segunda Guerra Mundial. Hesitam entre enfrentar a corte marcial ou novamente o inimigo e rumam para outro objetivo militar. Com ajuda de dois ex-inimigos, os pracinhas conseguem desarmar o campo minado mais temido da Itália.
  • Não Por Acaso - (SP) - Direção: Philippe Barcinski - Produção: O2 Produções Artísticas e Cinematográficas Ltda. – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para Finalização
    Ênio, 45 anos, é um engenheiro de trânsito que, operando sinais, busca comandar o fluxo dos automóveis da cidade de São Paulo. Pedro, 30, é o dono de uma marcenaria especializada na construção de mesas de sinuca. Um acidente muda suas vidas drasticamente. Filme de estréia do aclamado diretor de curtas, com produção de Fernando Meirelles
  • Ó Paí, Ó! - (RJ/BA) - Direção: Monique Gardenberg - Produção: Dueto Filmes e Participações Ltda. - Ficção
    Apoio: R$ 400 mil Finalização
    No primeiro dia de Carnaval, na Bahia, habitantes de um cortiço do Bairro da Barroquinha, logo abaixo do Pelourinho, recebem a notícia de que a senhoria do prédio fechou o registro de água para acabar com a festa. A expressão que dá título ao filme, Ó Paí, Ó! em ‘dialeto baiano’ significa: ‘olhe para isso, olhe’. As câmeras se voltam para o cortiço, onde surgem os personagens ícones da Bahia, que sonham com sucesso na mídia mundo afora.
  • Polaróides Urbanas - (RJ) – Direção: Miguel Falabella - Produção: Filmes do Equador Ltda. – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para Finalização
    Comédia de costumes em que se cruzam as histórias de cinco mulheres. Estréia de Miguel Falabella como diretor cinematográfico.
  • Primo Basílio - (RJ) - Direção: Daniel Filho - Produção: Lereby Produções Ltda. – Ficção.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Tomando por base o romance de Eça de Queiroz, o filme retrata a vida de Luisa, uma jovem sonhadora casada com um engenheiro envolvido na construção de Brasília. Sua vida muda quando ela reencontra um antigo amor, seu primo Basílio. Numa surpreendente seqüência de eventos, a personagem descobre o verdadeiro preço de sua infidelidade.
  • Romance - (RJ) - Direção: Guel Arraes - Produção: Natasha Enterprises Ltda. Produção – Ficção.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Ana e Afonso são dois jovens atores que se apaixonam durante a montagem teatral do “Romance de Tristão e Isolda”. Ao mesmo tempo em que recriam a história deste casal mítico, eles tentam descobrir para si próprios uma nova forma de se relacionar, menos trágica e mais livre. Do diretor de “O Auto da Compadecida” e “Lisbela e o Prisioneiro”, dois grandes sucessos recentes do cinema brasileiro.
  • Sexo, Crochê e Bicicleta - (RJ) - Direção: Sandra Werneck - Produção: Cineluz Produções Cinematográficas Ltda – Ficção.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Na periferia pobre de uma grande cidade, três meninas sobrevivem como podem; prostituem-se, vendem drogas, descolam “trocados”. Mas o dia-a-dia brutal não as impede de viver intensamente sua adolescência, seus amores e seus sonhos, cada uma à sua maneira. Da mesma diretora de “Cazuza” e de “Pequeno Dicionário Amoroso”.
  • Sexo Oposto - (RJ) - Direção: Wolf Maya - Produção: Total Entertainment Ltda. – Ficção.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Três crianças são flagradas na escola “descobrindo” uns aos outros. Os pais são chamados à direção e durante a reunião, a partir da história dos três casais fica evidente que são os pais, de fato, que precisam entender o sexo oposto. Estréia de Wolf Maia no cinema.
  • Tainá – Desenho Animado - (RJ) - Direção: Clewerson Saremba - Produção: Sincrocine Produções Cinematográficas Ltda – Animação.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Uma indiazinha fica órfã e se dedica ao combate de traficantes de animais na selva. Levada a uma vila, ela faz amizade com um garoto da cidade grande e o ensina a amar a natureza e superar seus limites. Juntos, eles vivem uma grande aventura na selva. Versão em animação, do filme “Tainá, uma Aventura na Amazônia”.
  • Território Livre - (SP) – Direção: Sérgio Bianchi - Produção: Agravo Produções Cinematográficas S/C Ltda – Ficção.
    Apoio: R$ 400 mil para produção
    Três rapazes chegam como novos inquilinos em uma rua da periferia de uma grande cidade. A chegada dos rapazes estranhos à vizinhança provoca uma grande curiosidade e comentários em torno de quem são, e que tipo de atividade eles têm. Do mesmo diretor de “Cronicamente Inviável”, visto por 100 mil.
  • A Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo - (RJ) - Direção: Maurício de Souza - Produção: Diler & Associados Ltda. – Animação.
    Apoio: R$ 1 milhão para produção
    Após um acidente no laboratório do Franjinha, as essências dos quatro elementos são perdidas em diferentes momentos históricos. A Turma da Mônica embarca, então, em uma viagem no tempo para recuperá-los, antes que eles se embaralhem, congelando a História.

31 de out. de 2006

Os Normais - As Gargalhadas Que Faltavam

Finalmente em DVD, os episódios restantes de uma das série mais queridas e engraçadas da TV brasileira.
Depois de umas coletâneas meio idiotas e sem lógica, acharam uma alternativa para que quem já tivesse os discos anteriores, não ficasse com material repetido ou a ser descartado.
Esse lançamento traz 47 episódios que ainda não haviam sido lançados em DVD, em um pack com 6 discos.
O preço ainda está caríssimo (em torno de R$100,00), como quase tudo que a Globo lança nesse formato. Mas logo que passar o fogo, o preço abaixa.

Onde está o Wally?

A maioria das pessoas nem imagina, mas em muitos DVDs, existem bônus escondidos, os chamados easter eggs, que em tradução literal seria ovo de páscoa.

Funciona mais ou menos igual ao jogos de videogame... quando queria se chegar numa fase extra ou desbloquear um jogador proibido.
Só mesmo fuçando os menus dos DVDs com o controle remoto para descobrir algum atalho secreto. No computador é mais fácil, porque dá pra ir com a flechinha do mouse em todos os cantos da tela. Mas também pode se fazer como eu fiz, investigando na Internet em sites especializados.
Como foi o caso do novo DVD de A Pequena Sereia - Edição Especial, que chegou essa semana nas lojas. Aqui não é exatamente um easter egg, mas uma brincadeira da equipe de desenhistas, que colocaram na platéia, em pleno fundo do mar, Pateta, Donald e Mickey assistindo à apresentação das irmãs de Ariel, logo no início do filme. Clique na foto para ampliá-la e tente achá-los!

19 de out. de 2006

Fora do Ar temporariamente


Antes do Diploma, vem o TCC. Por isso estou ausente a tanto tempo deste bostolog. Mas nem por isso vou abandoná-lo de vez. Dentro de pouco mais que 15 dias, pretendo voltar a ativa... e deixá-lo fresquinho.....
Enquanto continuo mergulhado entre todos os filmes infantis já feitos no Brasil, divirta-se com as velharias e raridades que só o youtube traz pra vc!
Estrelando hoje, um clássico dos fracos e oprimidos: Cinderela Baiana, com a incrível Carla Perez em começo de carreira no É o Tchan. Quando falo que isso existe, as pessoas acham que é zoeira minha. E não, não estreou apenas no sertão do Cariri, mas foi exibido em Santos tmbm, em pleno falecido Cine Iporanga! Acreditem, se quiser!!!
Veja nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=6HDvaLOq-6Y

21 de set. de 2006

E o escolhido foi...


"Cinema, Aspirinas e Urubus", de Marcelo Gomes

A seleção foi realizada por uma comissão presidida pelo secretário do Audiovisual, Orlando Senna. Completam o júri o cineasta Andrucha Waddington, a roteirista Carolina Kotscho, a diretora de festival e distribuidora Ilda Santiago, o cineasta, produtor e roteirista Jorge Bodansky, o produtor Moisés Augusto, o editor Ricardo Miranda e a cineasta Sandra Werneck.

18 de set. de 2006

SUPER NACHO ??


Por decisão conjunta entre a UIP Brasil e a Paramount, o filme SUPER NACHO não será lançado em cinema no Brasil.
O lançamento acontecerá diretamente em DVD/VHS e a data será informada pela Paramount Home Entertainment.


E tanta bosta aí estreando sem parar.....................................................

16 de set. de 2006

E os indicados são.....

Esses são os candidatos brasileiros a uma indicação ao Oscar de Filme de Língua Estrangeira.
Meu palpite: A Máquina ou Cinema, Aspirinas e Urubus.

O anúncio sai nesta quarta-feira (20/09).

"Anjos do Sol", de Rudi Lagemann
"Bens Confiscados", de Carlos Reichenbach
"Cinema, Aspirinas e Urubus", de Marcelo Gomes
"Cafundó", de Paulo Betti e Clovis Bueno
"Depois Daquele Baile", de Roberto Bontempo
"Doutores da Alegria", de Mara Mourão
"Estamira", de Marcos Prado
"Irma Vap - O Retorno", de Carla Camurati
"O Maior Amor do Mundo", de Carlos Diegues
"A Máquina", de João Falcão
"Tapete Vermelho", de Luiz Alberto Pereira
"Vida de Menina", de Helena Solberg
"Zuzu Angel", de Sergio Resende
"Árido Movie", de Lírio Ferreira

Ellen DeGeneres no Oscar 2007

da France Presse, em Los Angeles
copiado da Folha Online

A próxima entrega dos prêmios do Oscar, no dia 25 de fevereiro de 2007, será apresentada pela humorista da TV americana Ellen DeGeneres, informa um comunicado da Academia americana assinado pela produtora do evento, Laura Ziskin.
A atriz de 48 anos, que nasceu numa família de ascendência francesa na Louisiana (sul), é a apresentadora do popular programa "The Ellen DeGeneres Show", exibido todas as tardes no canal NBC. DeGeneres substituirá o apresentador do Oscar 2006, Jon Stewart, popular nos Estados Unidos, mas praticamente desconhecido no exterior.
O programa "The Ellen DeGeneres Show" ganhou 15 Emmy Awards, prêmios da TV americana equivalentes ao Oscar. Artista de music-hall, atriz e escritora, DeGeneres surpreendeu a opinião pública americana ao anunciar publicamente sua homossexualidade em 1997 no programa de Oprah Winfrey.

1 de set. de 2006

Não basta adicionar, tem que avisar!

Adicionei entre meus links favoritos, o blog Championship Vinyl.

Escrito por um amigo que escreve sobre o pseudônimo (ou alter-ego) de Rob Gordon, o blog Championship Vinyl é deveras divertido. Abusando de seu humor afiado (não, não disse viado. Disse afiado!), ele se define com a seguinte frase: "Desde os 14 anos penso com meus instintos. E cheguei à conclusão que meus instintos não tem cérebro". A única regra do blog é terminar cada post com lista dos 5 +, assim como no filme que o inspira, Alta Fidelidade.

Só pra sacar qual é a do blog.... recomendo o post Geli-Limão?


Seria melhor ter ido ver o filme do Pelé!

A partir de agora.... todo filme bomba que eu assistir (e escrever aqui), de final irá essa frase clássica do episódio do Chaves no cinema: Seria melhor ter ido ver o filme do Pelé!

PS. Não tem absolutamente nada a ver com o documentário Pelé Eterno
(que eu, como santista, gosto muito, diga-se de passagem). É apenas uma bricandeira/referência ao episódio do Chaves.


22 de ago. de 2006

Gramado 2006

Veja abaixo a lista completa com os vencedores do o 34º Festival de Gramado – Cinema Brasileiro e Latino.

CURTA 35mm


PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – Curta 35mm
NO PRINCÍPIO ERA O VERBO, de Virginia Jorge

MELHOR ROTEIRO – Curta 35mm
VIRGINIA JORGE, de No Princípio Era o Verbo

MELHOR ATRIZ – Curta 35mm
CAROLINE ABRAS

MELHOR ATOR – Curta 35mm
PAULO VESPÚCIO, por Fúria

PRÊMIO CANAL BRASIL
MANUAL PARA ATROPELAR CACHORRO, de Rafael Primo e O PRINCIPIO ERA O VERBO, de Virginia Jorge

MELHOR FILME - JURI POPULAR – Curta 35mm

MANUAL PARA ATROPELAR CACHORRO, de Rafael Primo

MELHOR DIRETOR
ESMIR FILHO, de Alguma Coisa Assim

MELHOR FILME
ALGUMA COISA ASSIM, de Esmir Filho


PRÊMIO DA CRÍTICA

MELHOR CURTA NACIONAL 35MM
MANUAL PARA ATROPELAR CACHORRO, de Rafael Primo

MELHOR LONGA LATINO
EL VIOLIN, de Francisco Vargas Quevedo

MELHOR LONGA BRASILEIRO
PRO DIA NASCER FELIZ, de João Jardim

LONGA METRAGEM LATINO
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
MEZCAL, de Ignácio Ortiz Cruz

MELHOR ROTEIRO
FRANCISCO VARGAS QUEVEDO, por El Violin

MELHOR ATRIZ
MARIA ONETTO, EVA BIANCO, MARA SANTUCHO E MARÍA PESACK, de Cuatro Mujeres Descalzas

MELHOR FILME/JÚRI POPULAR
EL VIOLIN, de Francisco Vargas Quevedo

MELHOR ATOR – LONGA LATINO
Don Angel Tavira, por Mezcal

MELHOR DIRETOR – LONGA LATINO
IGNÁCIO ORTIZ CRUZ

MELHOR FILME – LONGA LATINO
EL VIOLIN, de Francisco Vargas Quevedo

LONGA METRAGEM BRASILEIRO
PRÊMIO ESPECIAL DO JUÚRI – LONGA BRASILEIRO
PRO DIA NASCER FELIZ, de João Jardim

MELHOR MÚSICA – LONGA BRASILEIRO
DADO VILLA-LOBOS, pelo Pro Dia Nascer Feliz

MELHOR MONTAGEM
LÉO ALVES, FELIPE LACERDA E RUDI LAGEMANN, de Pro Dia Nascer Feliz

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
OSWALDO EDUARDO LIOI, de Sonhos e Desejos

MELHOR ATOR COADJUVANTE
OTÁVIO AUGUSTO, por Anjos do Sol

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
MARY SHEILA, por Anjos do Sol

MELHOR FOTOGRAFIA
ALOYSIO RAULINO, por Serras da Desordem

MELHOR ROTEIRO
RUDI LAGEMANN, por Anjos do Sol

MELHOR ATRIZ
MEL LISBOA, de Sonhos e Desejos

MELHOR FILME PELO JÚRI POPULAR
PRO DIA NASCER FELIZ, de João Jardim

MELHOR ATOR
ANTÔNIO CALLONI, por Anjos do Sol

MELHOR DIRETOR
ANDREA TONACCI, por Serras da Desordem

MELHOR FILME
ANJOS DO SOL, de Rudi Lagemann e SERRAS DA DESORDEM, de Andrea Tonacci

13 Homens e um Final


O diretor Steven Soderbergh revelou que este será o último da série, que será mais divertido e menos confuso, e contará com Al Pacino como um super vilão. Oba!

Ps. pra quem não entendeu do que eu to falando, é do terceiro capítulo de Onze homens e um Segredo, que aidna não tem título em português, mas em inglês será Ocean's Thirteen.

19 de ago. de 2006

Homer Simpson vem aí

Aos poucos, vão se revelando detalhes sobre o filme. O que disseram até agora é que o filme realmente terá piadas mais pesadas, com palavrões etc. Ao que tudo indica, a sinopse também será essa que anda circulando por aí: Homer Simpson faz uma cagada na usina nuclear e causa um grande acidente, o que deixará toda a água da cidade poluída. Homer é demitido e os moradores de Springfield começam a conspirar contra toda a família Simpson. Sendo assim, Homer parte em busca de uma solução.

O filme, que deverá estrear em 27 de julho de 2007 (nos EUA), já teve trechos em animatic exibidos na San Diego Comic Con, e que você pode conferir abaixo. E esse pedacinho de nada já me deixou ainda mais ansioso para conferir a estréia dos Simpsons nas telonas.


E aqui você confere o outro clip liberado pelos produtores.

11 de ago. de 2006

Embarque nesse Carrossel...

Essa eu vi no Terra. Lembram da novela mexicana Carrossel, que embalou a infância de boa parte da geração oitentista?? Então... aí tinha a loirinha rica (ou metida a rica), a Maria Joaquina, que era a paixão do negrinho Cirilo. Pois bem, é essa mesmo na foto. A atriz Ludwika Paleta está agora com 28 anos, já é casada e mãe de um garoto de 6 anos! Nascida na Polônia mas criada no México, Ludwika (Maria Joaquina) posou nua para a revista H, na edição de maio. Pois é... a notícia ao que parece é velha, mas como só foi descoberta agora... pra mim soa como nova! Eehehhe. E além do mais..... pouco importa também! Vale apenas como curiosidade.

A Lula e a Baleia

O título faz referência a uma cena em exposição no Museu de História Natural de Nova York, onde justamente uma Baleia e uma Lula gigante travam uma grande luta – no caso aqui, é uma alegoria entre a disputa de pai e mãe entre si e pelos filhos.
E é disso
que o filme trata, um casal em crise nos anos 80 que logo se separa e decide ter a custódia dos filhos em conjunto, os dividindo por certos dias da semana. Além de a mulher ter uns casos extraconjugais (o que descobrimos depois), o que mais incomoda o ex-marido é o fato dele estar em decadência profissional (é escritor e não consegue mais ter livros publicados) e ver sua mulher crescer naquilo que ele mesmo a apresentou – ela também é autora.
No meio de toda essa batalha, estão os dois filhos homens, um pré-adolescente e o outro adolescente. Ambos passando por fase de descobertas sexuais. O mais novo é mais ligado à mãe, enquanto o mais velho tem preferência pelo pai.
Um desses garotos seria o próprio diretor do filme, Noah Baumbach (que é casado com a atriz Jennifer Jason Leigh), já que o roteiro é autobiográfico.
E foi exatamente esse roteiro que despertou a atenção a essa produção independente, que lhe deu alguns prêmios importantes, além de outras indicações, incluindo ao Oscar de Roteiro Original. Filmado em 23 dias, originalmente seria Bill Murray quem estrelaria a fita, mas felizmente ele nos poupou dessa e resolveu dar um break após Flores Partidas.
Laura Linney, que faz a mãe, aceitou o projeto logo de cara, quatro anos antes. Ela é linda e uma excelente atriz, que talvez ainda não tenha tido uma boa oportunidade que lhe dê o devido reconhecimento.
Também gostei bastante da performance de Jeff Daniels, extremamente barbudo. Anna Paquin (de O Piano e X-Men) refaz o tipo Lolita. Mas me contorci ao ver William Baldwin, como o professor de tênis, que mais parece um fugitivo de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos!
Curiosamente, o filho mais velho, justamente o que tem problemas de relacionamento com a mãe, começa a namorar uma garota que tem o mesmo tipo físico dela. Tem algo de freudiano nisso, não sei se inconscientemente na vida real (já que o filme se trata de uma autobiografia) ou planejado para o filme, como uma espécie de mensagem subliminar.
O fato é que o filme vai se encaminhando bem, me deixou curioso pra ver aonde ia chegar. Quando, para minha surpresa, ele acaba mais do que bruscamente, sem chegar a lugar algum. Deixei os créditos finais passarem, até terminar, tentando entender e fechar o ciclo que o filme deixou aberto, para ao menos chegar a alguma conclusão.
Só que a idéia é essa mesma, do tipo.... “assim é a vida”, ou seja, as coisas não se solucionam como num filme e a vida continua.
A Lula e a Baleia deve tocar mais a quem já viveu situações do tipo, quem se identifica com a questão de pais separados. Porque para as outras pessoas, o filme tem boas chances de passar batido.